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ADOECENDO DENTRO DO MEU CARRO parte II

O ambiente externo é por demais ofensivo, ameaçador, temido por aqueles motoristas mais sensíveis ao contato brusco e selvagem dos outros que não se intimidam pelas regras e normas de trânsito. Lugar habitado por pessoas prontas à agressão verbal e física, como aqueles filmes de zumbis que saem em bandos, desordenada e loucamente, em busca de alguma vítima que satisfaça sua fome. Dai o porque da maioria dos veículos transitarem com seus vidros escuros e fechados, escondendo os motoristas acuados em seus bancos, assustados.  Sair de carro hoje em dia é como receber uma proposta para assistir a um filme de terror. Se você tem medo desse estilo, melhor não arriscar. As ruas estão repletas de figuras fantasmagóricas de toda espécie. Desde o mais distraído pedestre que atravessa a faixa com o sinal fechado para ele, como que um anjo nas nuvens, com o seu fone nos ouvidos, até o motorista assassino, lembrando o tubarão daquele filme que perseguia os banhistas numa pra...

ADOECENDO DENTRO DO MEU CARRO parte I

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O trânsito dos nossos dias alcançou um estágio de estresse semelhante ao momento em que um vulcão começa a dar os sinais de sua erupção. Não tem como impedir que aquela profusão de matéria incandescente seja expelida com toda força para o alto! E sairá até que se esgote todo o volume de magma que tiver que sair. Em nosso dia a dia, o mesmo acontece com as ruas e avenidas de nossas cidades. A todo momento, uma profusão de veículos e pessoas se aglutinam, convergindo emoções de toda ordem e natureza, conflitando interesses, vontades e regras. Nada está sob controle. Nessa confluência de reações das mais diversas naturezas, um choque de irritações, agressões, intolerâncias, impaciências e divergências é expelido pelos ares, transformando o ambiente do trânsito num verdadeiro vulcão urbano, de impacto e destruição poderosíssimos, afetando a todos que transitam e fazem parte da comunidade do trânsito. Não são ondas de calor, não são lavas em brasa que se espalham nas vias ur...

QUEM É O SUJEITO DA AÇÃO?

SEJA VOCÊ A MUDANÇA” Essa frase pode ser lida com algumas interpretações que nos levam a algumas constatações. Inicialmente, lida assim fora de um texto, poderá nos fazer entender que EU é quem devo mudar. De outra maneira, poderá também nos fazer pensar que uma mudança depende somente de mim. Mas ainda nos levaria a interpretar que outros sujeitos não se incorporariam à mudança almejada. Ou mais ainda que, nos fazendo identificar apenas um sujeito na frase, supormos que mais ninguém nos acompanhará nessa ação. Pois bem amigos, muitas são as possibilidades dessas mudanças ocorrerem, porém os sujeitos ocultos não parecem querer compor essa frase. O governo federal pratica uma política de educação e segurança no trânsito nesse país de forma inoperante e muito distante das suas reais necessidades. Todos os anos, nós que lidamos com esse assunto repetimos as mesmas palavras, produzimos os mesmos textos, constatamos as mesmas estatísticas e concluímos os mesmos prognósticos com re...

CAMPANHAS QUE VÊM E QUE VÃO

Estamos chegando ao final de mais um ano da campanha de educação de trânsito do DENATRAN, que foi direcionada à segurança e a prioridade ao PEDESTRE. Entre 2000 e 2010, mais de 107 mil pessoas morreram por atropelamento no Brasil. Imaginem se conseguíssemos demonstrar o número de pessoas feridas e incapacitadas por atropelamento.  O número de mortes em atropelamento no Brasil varia entre 6.303 e 8.522. Um número muito alto para nossa população e frota de veículos. Os EUA, com uma população bem maior que a nossa - 300 milhões e 180 milhões, respectivamente,  e frota mais de cinco vezes maior do que  a brasileira, registra menos de 5.000 pedestres mortos em atropelamentos, correspondendo a, aproximadamente, 10% do total de mortes. Continuamos colhendo números infelizes e fatídicos, sem que efetivamente nenhum projeto abrangente e de caráter nacional tenha sido implantado de maneira definitiva. Em nossas capitais, iniciativas isoladas, como sempre acontecem, avançar...

MULHER MOTORISTA, ALTERNATIVA OU PROBLEMA PARA O TRÂNSITO DE HOJE?

A mulher motorista tem um potencial enorme para modificar a comunidade do trânsito de hoje. Ao contrário do que muitos pensam e, inclusive tentam provar de maneira inconsistente, a mulher motorista reúne requisitos que os homens motoristas já perderem há muito. Leiam os textos dos endereços abaixo e tirem suas conclusões: http://bsb-in-transitu.blogspot.com.br/2015/05/o-perigo-mora-ao-lado-por-paulo-cesar.html http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/entretenimento/mulheres-dirigem-melhor-homens-diz-estudo-865341.shtml

O PODER DO CELULAR NA VIDA DO TRÂNSITO I

Gostei desse trabalho e resolvi adicioná-lo. Serve para nossa reflexão. https://plus.google.com/ photos/115568535115611790675/ albums/6150195007744379745? authkey=CLr3tYDXg5nZEg

VELOZES E FURIOSOS, TRÂNSITO URBANO CADA VEZ MAIS VIOLENTO E PERIGOSO

Venho registrando aqui no blog, postagens para chamar a atenção de todos nós sobre o aumento da violência do nosso trânsito nas ruas e avenidas de nossas cidades. A velocidade imprimida pelos veículos aumenta a cada dia e, podemos constatar isso pelo grau de impacto que estão causando. Os radares parecem não surtir efeito pedagógico, tamanha a frequência com que esses acidentes estão ocorrendo. Belo Horizonte tem uma incidência desse tipo de acidente que chama a atenção. Não podemos conviver com isso, entendendo como "normal" acontecer. As próprias autoridades de trânsito justificam essas ocorrências como "normais". Belo Horizonte está atualmente se apresentando como uma cidade extremamente arriscada, especialmente com os veículos motocicletas. Repito sempre que esse grau de colisão não pode ser visto como "normal" dentro de um perímetro urbano. Algo precisa ser feito imediatamente. Esse ai ocorreu nessa madrugada do dia 17/03/2015 na Avenida Pedro II, ...

VIDEO DO USO DO CELULAR NO TRÂNSITO.

Segue abaixo um conteúdo para tratar do hábito de se falar ao celular no trânsito, para a sua apreciação. Isso é um fato recorrente em todas as ruas e avenidas de qualquer cidade brasileira atualmente. Não é diferente de nenhum outro lugar do mundo, mas isso não nos isenta de procurar sermos responsáveis por nossos trajetos em nossas cidades. É sempre bom lembrar que o trânsito não é composto somente de veículos. Também transitamos enquanto pedestres e temos que incorporar regras, normas e responsabilidades. https://www.facebook.com/video.php?v=466906366785279

ASSIM CARREGA A HUMANIDADE

O fenômeno tecnológico ganha, a cada momento, um poder de causar dependência jamais visto em toda a história da humanidade. Retrocedendo ao longo da evolução humana, posso considerar que a pedra tenha sido o objeto de maior atração do Homo Sapiens e de toda uma evolução seguinte de Homos, por milênios. Ela certamente tornou-se o objeto da maior importância para eles, atendendo a toda uma gama de necessidades imagináveis, servindo para quebrar alimentos, para caçar, para produzir arte, para servir de utensílio e para guerrear, até tornar-se algo digamos, ultrapassado. Certamente um dos gestos mais primitivos da espécie humana ainda está contido em nosso cotidiano, qual seja o de jogar pedras nos outros. Em outro momento de nossa evolução a arma branca, a faca, o punhal, a espada e a lança, passaram a dominar o impulso feroz do homem que ainda continha em seu convívio, a selvageria bruta de sua espécie. A arma de fogo veio para ocupar o lugar do objeto mais cobiçado da raça hu...

VELOZES E FURIOSOS, CIDADES CADA VEZ MAIS VIOLENTAS E PERIGOSAS V

O que leva uma pessoa, inabilitada para dirigir um veículo automotor, a sair pelas ruas de uma cidade grande, em meio a um tráfego de veículos totalmente complexo, intenso, confuso e difícil de trafegar? A autoconfiança aliada ao sentimento de impunidade? A inconsequente ideia de que ninguém o deterá? A irresponsabilidade de uma mente doentia que sem o juízo de cidadania entende que pode fazer o que bem entender? O processo de habilitação para conduzir motocicleta é absurdamente deficitário em todas as suas etapas ou seja, o indivíduo adquire sua licença para dirigir totalmente despreparado para as exigências que a realidade do trânsito vai apresentar a ele. Por essa razão entende-se porque o acidente envolvendo motocicleta tem crescido assustadoramente em todo o país no mesmo ritmo das vendas desses veículos.  O pedestre é uma vítima em potencial dos condutores de motocicleta. A todo momento ele está vulnerável a um acidente, indefeso diante das manobras e da velocidade com...

VELOZES E FURIOSOS, TRANSITO NAS CIDADES CADA VEZ MAIS VIOLENTO E PERIGOSO IV

Aproxima-se o fim de mais um ano, e o que vemos nas grandes cidades é uma correria ainda mais acelerada que de costume. As pessoas imprimem um ritmo de deslocamento mais intenso, irritado, aflito. As trombadas são constantes e prevalece a lei do mais forte para estar à frente dos outros no trajeto dos passeios. Quando eles estão interrompidos pelo volume de pessoas, a rua torna-se a alternativa mais rápida, onde os veículos passam a ser os obstáculos a vencer, num balé perigoso e ousado entre os pedestres e os carros, embalados pela música estridente das buzinas, ao som das freadas e dos xingamentos entre todos.  As pessoas ficam tomadas pela velocidade, me parece ser pela pressa do inconsciente coletivo de empurrar o que resta do ano velho para que ele acabe logo. O novo sempre carrega consigo a chance de recomeçar, para aqueles que não conseguiram realizar muito no ano que se encerra e alimenta as expectativas de outros que anseiam por terminar logo o que já não tem mais jeito...

VELOZES E FURIOSOS, TRANSITO URBANO CADA VEZ MAIS VIOLENTO E PERIGOSO III

Quantas vezes você atravessa ruas em sua cidade todo dia?  Essa pergunta parece fácil de responder, porém tem um propósito de provocar  uma reflexão. Temos no Brasil uma estatística que aponta que de 2000 a  2010, mais de 107.000 pedestres morreram atropelados nas cidades brasileiras. Atenção, 107.000 pessoas MORRERAM atropeladas na última década no Brasil. Acompanhando essa somatória trágica, as estatísticas acrescentam que o veículo motocicleta foi o maior causador de atropelamentos nesta década. As internações hospitalares dos acidentados no trânsito por atropelamento superaram os números de 40.000, o que representou em termos financeiros, R$231.000.000,00 para os custos do SUS e uma ocupação acima de 60% dos seus leitos. As causas e consequências andam sorrateiramente de mãos dadas e a compreensão desse quadro persistente de mortalidade tem respostas diversas.  Atribuir ao pedestre toda a culpabilidade pelo acidente parece ser exagero. Dividi-la com o moto...

BRT "JUNTA OSSO"

Ouvi de uma pessoa humilde, passageira nas linhas de ônibus da cidade de Belo Horizonte, sofredora silenciosa das mazelas humanas causadas pelas inconsequentes medidas dos homens públicos (entenda-se todos que cuidam dos interesses sociais), calejada pelas políticas de mobilidade, que costumo denominar de MORTALIDADE URBANA, uma frase dita de maneira intrépida, lúcida, proferida com a convicção de quem pode assim dizer a respeito da qualidade do transporte de passageiros: -" O BRT está virando um junta osso !" Essa frase soou em meus ouvidos como o impacto de um choque de realidades cruéis. De um lado, toda uma máquina propagandista a serviço do engôdo, da mensagem ilusória, enganosa, planejada para alterar a consciência coletiva e controlar a opinião pública, manipular as pessoas e fazê-las submissas.  De outro lado, a capacidade de uma pessoa simples, semianalfabeta , acostumada a entender as dificuldades da vida a partir do próprio sofrimento pessoal , de traduzir e...

VELOZES E FURIOSOS, TRANSITO URBANO CADA VEZ MAIS VIOLENTO E PERIGOSO II

Esse capítulo que dedico aos acidentes de trânsito de grande impacto dentro do perímetro urbano das cidades, traz mais uma vez, outra ocorrência que nos assusta e que torna-se cada vez mais comum em nossas ruas e avenidas. Como disse no capítulo I do tema, a grande preocupação de todos nós é a de que acidentes que comumente acontecem em rodovias, estão ocorrendo com cada vez mais frequência no nosso meio urbano. Esse acidente ai retratado ocorreu em uma Avenida em Belo Horizonte na noite de domingo, vitimando uma mulher inocente que por uma fatalidade dirigia seu veículo naquele local. A bebida está participando de mais essa tragédia, onde o motorista jovem estava alcoolizado. Não podemos concordar que acidentes com esse grau de gravidade possam tornar-se corriqueiros nas cidades. Não podemos aceitar tamanha violência no trânsito que ameaça a cada um de nós em cada esquina que estivermos. Não podemos concordar com a política de fiscalização e controle do trânsito implantad...

POEMA DA DOR

DIA MUNDIAL DAS VITIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO Não há nada que traga de volta Aqueles que se foram numa fatalidade do trânsito A dor dilacerante da separação Não permite o esquecimento. A perda repentina da presença Faz crer que esse alguém não se foi. Tudo é muito rápido como num acidente De repente, sem prefácio, Apenas a dor em estado bruto. O silêncio é o alívio Que atenua o caos O muro que separa dois mundos Mas que une eternamente   os corações e mentes.

LEVANTA TUA VOZ POVO BRASILEIRO, ANTES QUE TE CALEM POR INTEIRO!

LUCIANA TAMBURINI SUA VOZ HÁ DE SOAR COMO UM SOPRO DE ESPERANÇA QUE SUAVEMENTE TRANSPASSA A CONSCIÊNCIA DAQUELES QUE COMO VOCÊ, ROMPEM DE MANEIRA DESTEMIDA A BARREIRA DOS PREPOTENTES. SUA ATITUDE HÁ DE ENCORAJAR AS VOZES MUDAS QUE SE CALAM TEMIDAS PELAS IMPOSITIVAS FALÁCIAS QUE OS IDIOTAS ONIPOTENTES APREGOAM EM SEUS DISCURSOS, DO ALTO DE SEUS CÉUS DE MERDA. SUA CORAGEM HÁ DE REUNIR EXÉRCITOS DE INDIGNADOS QUE ABRANDARÃO SUA REVOLTA E FARÃO DA DETERMINAÇÃO A SUA BANDEIRA. NÃO TEMEIS O PIOR VOCE JÁ TRIUNFOU DIANTE DOS HOMENS DE AREIA QUE AO PÓ SE REDUZIRÃO NA HORA EM QUE O SOPRO DE ESPERANÇA QUE VOCE LANÇOU PASSAR COMO UM VENTO FORTE SOBRE TODA A ARROGÂNCIA DOS INJUSTOS. Solidariedade de um cidadão que não quer ver seu país governado pela brutalidade de seus poderes constituidos contra o seu povo. Marccelo Pereyra Belo Horizonte – Minas Gerais

QUANTO VALE UMA INFRAÇÃO DE TRÂNSITO? TEXTO I

O assunto que vem sendo pauta nos meios de comunicação atualmente, exceto os escândalos da PETROBRAS, estão direcionados para a mudança que a Lei Federal 12.971/2014 estabelece no tocante ao reajuste dos valores das multas no Brasil. As autoridades ligadas ao trânsito precisam dar respostas imediatas para a diminuição do número de acidentes e mortes, além dos sequelados que não podem ser esquecidos nessa fatídica lista, para atender às metas estabelecidas pela ONU- Organização das Nações Unidas que estabeleceu a década de 2011/2020 para redução do número de mortes que atinge 1,2 milhão de pessoas a cada ano no mundo, deixando feridos em números próximos de 50 milhões outras vítimas. Como pertencemos a uma país que possui Leis fragilizadas pela corrupção e inoperância, não seria de outra forma que todo o esforço para conter essas infrações de trânsito tivesse uma medida radical. Afinal, buscar o caminho da pedagogização da comunidade do trânsito é, no entendimento das autoridades c...

O CELULAR INSISTE EM TOCAR NOVAMENTE

Tenho que voltar ao assunto CELULAR NO TRÂNSITO porque a onda epidêmica que destaquei em textos anteriores que abordaram esse tema, (escrevi aqui no Blog pelo menos uns 10 textos sobre o assunto) continua em acelerado contágio, numa velocidade muito maior do que EBOLA e outras doenças infecto-contagiosas. A virulência do uso do celular é espantosa, poderosa na sua capacidade de criar uma dependência muitas vezes mais arrasadora do que o álcool e outras drogas na direção veicular. Aqui em Belo Horizonte, o que se vê no trânsito durante 24 horas de um dia é um absurdo sem controle de pedestres, motoristas, motociclistas, carroceiros, ciclistas e tudo que se move nas ruas, falando ao celular de maneira indevida, contrariando regras, normas e qualquer outro mecanismo que se proponha a estabelecer a ordem de circulação de pessoas e veículos nos passeios, ruas, becos e avenidas. As pessoas sejam na condição de pedestres, ou outra que represente no seu transitar, não estão se dando con...

VELOZES E FURIOSOS, TRANSITO URBANO CADA VEZ MAIS VIOLENTO E PERIGOSO I

Os acidentes de trânsito nas áreas urbanas das cidades brasileiras têm crescido assustadoramente na impressionante proporção de impacto. Se imaginarmos que por se tratar de um meio congestionado, sinalizado, com a presença de pedestres e obstáculos de toda ordem, seria mais provável encontrar colisões de menor impacto como arranhões, colisões traseiras, um farol quebrado, um para-choque ou um capô levemente amassado, presenciamos com espanto, impactos de total destruição. São acidentes que geralmente as mídias jornalísticas documentam em rodovias, locais em que os veículos trafegam com maior velocidade, com pouca ou nenhuma sinalização e portanto, estão sujeitos a colisões de grande poder e que, passamos cada vez mais a presenciar em nossas ruas e avenidas. Esse fenômeno está sinalizando a presença de uma conduta perigosa que coloca em risco a vida de pedestres, ciclistas, motociclistas e de toda a comunidade do trânsito que circula pela cidade e que não terá nenhuma chance de defesa ...

*SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO: PROTEÇÃO E PRIORIDADE AO PEDESTRE VIII

Passou a Semana Nacional do Trânsito. E o que ficou? O que mudou? Fico me perguntando se as campanhas realizadas pelo país afora surtem efeitos a médio e longo prazo. A curto prazo já sei que elas têm uma aceitação muito satisfatória, chegam a confundir-se até com festa, tamanha a agitação que causam. O papel das campanhas tem um propósito de alertar a sociedade, num determinado tempo de sua execução, sobre algum tema que seja do interesse comum. Também servem para divulgar projetos, ações, denúncias, críticas e outros tipos de manifestação. É o momento oportuno para concentrar as mídias e chamar a atenção de todos. Acontece que, para a sociedade incorporar esses conteúdos de maneira a torná-los aplicáveis no seu dia a dia, de maneira consistente, efetiva e sistemática, as campanhas não têm o efeito prolongado que verdadeiramente poderiam reunir condições para promover uma mudança. Alterar hábitos sociais, coletivos é uma tarefa que requer uma estratégia que tenha como planejamento o ...